Após ultrapassar a casa dos US$ 8 mil na semana passada, o valor do bitcoin não parou de crescer e bateu um novo recorde. No último sábado, a cotação da criptomoeda alcançou a marca deus$ 9.139, superando pela primeira vez a casa dos US$ 9 mil. Isso aconteceu após uma valorização de 4,28% no valor do bitcoin.

O mais curioso desses sucessivos recordes é que a criptomoeda mais conhecida do mundo vem experimentando alta atrás de alta de forma vertiginosa desde o início de 2017. Em janeiro deste ano, o seu valor ainda era inferior a US$ 1 mil, ou seja, valorizou mais de 900% ao longo de menos de 11 meses.

Analisando esse avanço, é fácil perceber que mesmo quem entrou tarde no negócio pode obter um lucro bastante significativo ao negociar as suas moedas. Mesmo assim, o crescimento irrefreável do bitcoin aumenta também as discussões sobre a formação de uma bolha e um consequente “crash” da criptomoeda.

De qualquer maneira, algumas previsões apontam para que o bitcoin ultrapasse a cada dos US$ 10 mil ainda em 2017. Será que terminaremos o ano com um novo recorde?

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Um estudo da 38North mostra o que provavelmente aconteceria se a Coreia do Norte resolvesse atacar as capitais dos principais aliados dos Estados Unidos: Japão e Coreia do Sul. Próximas de Pyongyang, as capitais registrariam a morte de 2,1 milhões de cidadãos, com quase 8 milhões de feridos.

“Em várias ocasiões nas últimas semanas, o presidente dos EUA, Donald Trump, e outros membros de sua administração ameaçaram usar a força militar para evitar que a Coreia do Norte realize novos ensaios nucleares ou de mísseis balísticos”, comenta o 38North. “Se os EUA que executarem qualquer opção militar, o risco de escalada militar pelo Norte aumentará, incluindo o uso de armas nucleares contra a Coreia do Sul e o Japão. De acordo com os cálculos apresentados abaixo, se o ‘impensável’ acontecer, as detonações nucleares sobre Seul e Tóquio, com as atuais estimativas de produção de armas da Coréia do Norte, podem resultar em 2,1 milhões de mortes e 7,7 milhões de feridos”.

As detonações nucleares sobre Seul e Tóquio podem resultar em 2,1 milhões de mortes e 7,7 milhões de feridos

Contabilizando desde 2011, de acordo com a pesquisa, Kim Jong-un (líder da Coreia do Norte), já realizou 98 testes de mísseis balísticos. Além disso, foram realizados testes de armas nucleares (termonucleares e uma bomba de hidrogênio miniaturizada) e com mísseis intercontinentais.

Acredita-se que, hoje, a Coreia possua entre 20 e 25 bombas nucleares que potência entre 15 e 25 kilotons — mas um teste realizado no dia 3 de setembro indicou que o país já possui uma bomba termonuclear entre 108 e 250 kilotons.

Com a alta tensão atual entre Estados Unidos e Coreia do Norte, “é possível que outro teste nuclear de Pyongyang impacte uma área muito próxima das bases norte-americanas em Guam, por exemplo, e Washington poderá reagir com força. Isso poderia incluir opções desde o ataque ao míssil até ao ataque a locais onde ocorrem os testes norte-coreanos”, notou a pesquisa. “A liderança da Coreia do Norte pode perceber isso como um esforço para remover Kim Jong-un do poder e, como resultado, eles usariam as armas nucleares em forma de retaliação”.

A bomba de hidrogênio pode ser até 50 vezes mais potente que uma bomba atômica

O Japão é o único país que sofreu com grandes explosões de bombas nucleares. No dia 6 de agosto de 1945, os Estados Unidos atacaram Hiroshima e mataram 80 mil cidadãos. Poucos dias depois (09), os EUA bombarderam Nagasaki, com mais 40 mil cidadãos mortos. Os norte-americanos também mataram cerca de 100 mil civis antes de detonar as bombas nucleares.

Acontece que, em 1945, a densidade populacional no Japão era muito menor. Se as bombas disparadas pelos EUA possuíam entre 15 e 25 kilotons, o estrago causado por uma bomba norte-coreana com potência entre 108 e 205 kilotons seria devastador.

toquioÁrea afetada em Tóquio

Bomba de hidrogênio

A República Popular Democrática da Coreia já havia realizado testes com armas nucleares em 2006, 2009 e 2013. Contudo, todos foram testes com bombas atômicas, diferente do realizado em março do ano passado, que alcança outro patamar em termos de destruição. A bomba de hidrogênio pode ser até 50 vezes mais potente que uma bomba atômica. Sim, uma bomba 50 vezes mais forte do que, por exemplo, aquela que os EUA jogaram em Hiroshima, no Japão.

O que é essa “arma”? Em primeiro lugar, “hidrogênio” (H) é uma designação mais adaptada ao significado termonuclear. Um dos quesitos que diferenciam a bomba H da bomba atômica é o modo de liberação de energia. Para ativar a de hidrogênio, é preciso um processo em que ocorre uma fusão e uma fissão nuclear — no caso da atômica, apenas a última se faz necessária.

A detonação de uma bomba de hidrogênio utiliza uma bomba nuclear como gatilho

A ativação de uma bomba H também parte do seguinte processo (conhecido como Teller-Ulam): cada bomba de fusão possui uma pequena bomba de fissão que explode e aquece o combustível de fusão (tecnicamente, os isótopos trítio e deutério). Fundidos, eles formam o hélio e liberam quantidades enormes de energia — a potência é tanta que é similar à da energia solar. Após tudo isso, a energia liberada ainda pode ser usada para gerar um terceiro processo de fissão e permitir que engenheiros e cientistas fabriquem uma bomba mais potente.

Mas, o que é processo de fissão? Trata-se da divisão de um grande átomo (urânio-235 ou plutônio 239) em dois ou mais núcleos menores. E o processo de fusão? É o contrário: a conversão de dois ou mais átomos (como deutério e trítio) em um maior.

Em resumo: a detonação de uma bomba de hidrogênio utiliza uma bomba nuclear como gatilho. Então, o calor da fissão cria a energia necessária para uma fusão. Dessa maneira, os nêutrons formados se chocam com o urânio da bomba-gatilho e, assim, uma reação em cadeia é formada.

tecmundoInfográfico

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Bill Gates, fundador da Microsoft, revelou que deixou de usar smartphones com o sistema operacional Windows e aderiu ao um celular que roda Android, desenvolvido pelo Google.

A declaração foi dada ao programa de TV Fox News neste domingo (24) enquanto o magnata da tecnologia falava de sua relação com Steve Jobs, cofundador da Apple.

“Ele e eu tínhamos muito em comum e éramos diferentes de outras maneiras. Steve era um gênio, absolutamente incrível. É ótimo que a Apple continue a fazer um bom trabalho. Eu acabo usando só PCs com Windows e o celular que eu usava… Na verdade, eu acabei de mudar para um celular Android com vários softwares da Microsoft.”

Android passou o Windows e se tornou o sistema operacional mais usado do mundo em março de 2017, informou a StatCounter. Foi a primeira vez desde que foi lançado na década de 1980 que o topo não é ocupado pelo software da Microsoft.

“Esse é um marco histórico na história da tecnologia e o fim de uma era”, comentou, em nota, Aodhan Cullen, presidente-executivo da StatCounter.

O levantamento da firma de análise considera computadores, notebooks, tablets e smartphones. O Android estava em 37,93% dos aparelhos, enquanto o Windows equipava 37,91% deles.

“Marca o fim da liderança da Microsoft em todo o mundo do mercado de sistemas operacionais que já dura desde de os anos 1980. Também representa uma maior ruptura par ao Android, que tinha apenas 2,4% do uso de internet no mundo há cinco anos.”

A título de comparação, em março de 2012, o Windows era o sistema operacional de quatro a cada cinco dispositivos analisados.

Fontes:

G1

 

Se você tem um PCs parrudos o suficiente para minerar criptomoedas, qual o motivo de não buscar meios alternativos? Nessa premissa — digamos, um pouco maliciosa — que hackers estão minerando Monero em servidores da Microsoft, de acordo com a ESET.

Os pesquisadores da empresa de segurança descobriram um malware que já infectou centenas de servidores web Windows com mineradores maliciosos. Só este malware já rendeu cerca de US$ 63 mil moedas de Monero durante três meses para os cibercriminosos — em conversão direta, estamos falando de R$ 200 mil.

A vulnerabilidade em questão é a CVE-2017-7269 e reside no serviço WebDAV da versão 6.0 da Microsoft IIS

Para o malware rodar, os hackers modificaram um software minerador com código aberto e exploraram uma vulnerabilidade no Microsoft IIS 6.0. Essa vulnerabilidade permite que mineradores sejam instalados em servidores Windows que não receberam atualizações de segurança recentes.

A pesquisa da ESET indica que os criminosos por trás do malware estão agindo desde o mês de maio deste ano. A vulnerabilidade em questão é a CVE-2017-7269 e reside no serviço WebDAV da versão 6.0 da Microsoft IIS (Windows Server 2003 R2).

Vale lembrar que o ransomware WannaCry, que infectou mais de 300 mil computadores em mais de 150 países na metade deste ano, abusou de máquinas Windows desatualizadas. Lembrando disso, a dica continua: sempre atualize o seu sistema operacional com o último patch de segurança disponível.

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